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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Divulgação do Projeto no Brasil

Olá Cooperadores

Voltamos de Angola para Brasil há quase um mês. Nesse período, tivemos a oportunidade de divulgar o Projeto para os jovens da Comunidade Batista do RIO, na CELIVRE/RJ e para professores de duas escolas Públicas Municipais no Rio de Janeiro.
Em Curitiba, também houve oportunidades de divulgação e agradecimentos pelo envolvimento com o Projeto nos seguintes locais: Igreja Irmãos Menonitas de SJP e da Fazenda Rio Grande e Igreja Cristã Caminho Santo.

Estamos desenvolvendo o portifólio do Projeto "Meu Futuro", que possibilitará o investimento de recursos para a educação de crianças angolanas, por meio de investidores individuais ou empresas.

Aguardem novidades, estamos trabalhando para isso.

Muitíssimo obrigada pelo seu envolvimento e investimento,

Em nome da equipe Angola,
Juliana Pompeo Helpa

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Próximos Passos

A primeira etapa do Projeto foi executada com êxito. A partir de fevereiro, iniciamos a segunda etapa, que envolve:
1)Distribuição e impressão de material didático da Atuação Voluntária para os professores angolanos.
2)Início das classes de alfabetização, reforço escolar de matemática, português e ensino dominical para as crianças em Angola.
3)Acompanhamento e assessoria aos professores angolanos.
4)Planejamento da próxima capacitação em Angola.
5)Busca de apoio e parcerias para a continuidade do Projeto em Angola.

Entre em contato conosco se desejar se envolver nas próximas etapas do projeto e contribuir para a nova história que está sendo escrita na Educação de Angola.
atuacaovoluntaria@hotmail.com

Juliana Pompeo Helpa
Coordenadora do Projeto de Educação

O Choro das Crianças Angolanas

Cruzamos o Oceano Atlântico. Há tempos sonhávamos em pisar em continente africano. Após doze horas de voo chegou o momento de finalmente desembarcarmos em Luanda, capital de Angola, na quinta-feira, dia 13 de janeiro de 2011. Compondo uma equipe de dez profissionais voluntários, cada coração batia intensamente ao visualizar as primeiras imagens de um continente totalmente novo para nós. Enquanto absorvíamos lentamente imagens e odores de uma nação em reconstrução, reagíamos de maneiras diferentes ao cenário exposto diante de nossos olhos. Enquanto percorríamos as ruas congestionadas de Luanda, balbuciávamos exclamações de tristeza, medo, ansiedade, dor e alegria por termos chegado até ali.
Após percorrermos oito horas entre Luanda e Benguela, finalmente chegamos a nosso destino final. Durante duas semanas realizamos diferentes atividades: ensinamos aproximadamente seiscentas crianças; realizamos quarenta horas de capacitação para cento e trinta e cinco professores e demos início ao Programa de Educação em Angola, que será executado por trinta coordenadores locais durante o ano de 2011, sendo acompanhado pela coordenadora local do Pro Angola e pela equipe de profissionais no Brasil.
Em meio a todas as experiências vivenciadas, somos gratos a Deus pelo seu envolvimento e cooperação para a execução deste Projeto. Em nome da equipe de Profissionais da Atuação Voluntária, do Pro Angola, da JOCUM e dos Professores angolanos, agradecemos imensamente por terem ouvido o choro das crianças angolanas!


Juliana Pompeo Helpa
Coordenadora do Projeto de Educação

Rio de Janeiro, 31 de Janeiro de 2011.


terça-feira, 25 de janeiro de 2011

De Volta Para Casa

No sábado, após 8 horas de viagem numa van, de Lobito para Luanda, dormimos em Luanda e no domingo viajamos 3 horas de avião até chegar na África do Sul. Pernoitamos em Jonesburgo e na segunda-feira, após 9 horas de voo, chegamos em SP. À noite, após mais 45 min de voo de SP para Curitiba, finalmente chegamos em casa.
Ufa!!! Mais de 20 horas de deslocamento até chegar em casa, percorridas em 3 dias. Chegamos cansados, mas valeu à pena! Confira alguns momentos especiais dessa trajetória.


Chegamos em Johannesburg no domingo, dia 23


Jantar especial de despedida da equipe


Reunião de feedback do Projeto


Chegada no aeroporto em Curitiba


Amigos e parentes receberam a equipe de maneira muito especial no aeroporto em Curitiba












Chegamos em casa cansados, mas muito alegres pelos resultados obtidos no Projeto. Deixamos em Angola 135 professores capacitados para o ensino de crianças angolanas. Além disso, formamos parcerias com aproximadamente 30 coordenadores locais, que utilizarão os materiais pedagógicos da Atuação Voluntária para a continuidade do Projeto. Teremos muito trabalho no Brasil, para apoiar os professores em Angola e contamos com nossos amigos angolanos para a execução do Projeto em suas comunidades locais.

Equipe do Programa de Educação em Angola

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Mobilização Social na Escola CEDUCA

Somos gratos pelo envolvimento da escola CEDUCA, em Curitiba.
Conheça um pouquinho da mobilização realizada na escola, a fim de envolver as crianças com projetos de responsabilidade social.



www.ceduca.com.br

terça-feira, 5 de outubro de 2010

125

Temos 125 professores inscritos para a capacitação em Janeiro.

Estamos alegres e animados pela oportunidade.

Esperamos com grande expectativa o dia em que chegaremos em Angola e contamos com todos os que tem nos apoiado, incentivado, colaborado e orado pelo Projeto.

Mais uma vez, muito obrigado.

Equipe Angola

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Retrato da Criança Angolana

Segundo dados da Comissão Europeia, as crianças representam 60% da população angolana, estimada em 12,5 milhões. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) mostram, por seu lado, que metade das crianças não frequentam a escola, 45% sofrem de má nutrição crónica, uma em cada quatro (25%) morre antes de atingir os cinco anos e que, apesar de a idade mínima para trabalhar ser os 14 anos, estima-se que 30% das crianças e adolescentes da minha terra, entre os 5 e os 14 anos, trabalhem.

UNICEF Angola

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Obrigado, Família Vieira

Bom dia a todos.

www.cmc.ensino.eb.br/cmc
Site do CMC divulga o projeto de Educação em Angola.

Honra ao nosso DEUS.

Marcio, professor de matemática do Colégio Militar de Curitiba

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Debaixo da Árvore!!!

Que noticia boa! Glorias a Deus!

Olha, por lei, cada professor deve ter no maximo 35 alunos em classe. Mas na prática e bem diferente.

Ex: aqui no bairro ao lado da base tinha um professor dando aula debaixo da árvore para cerca de 80 alunos (de séries diferentes.... todos juntos!!!). Foi ai que a Tatiana pegou 35 destes e esta dando aula aqui na JOCUM (Projeto SER). Foi pra ela que eu pedi o material da ONG.

Sendo assim acho que pensar em 50 alunos por professor é bem realista.


Marcia, de Angola

sexta-feira, 25 de junho de 2010

A situação da criança em Angola

60% dos angolanos são crianças.

Quase metade das crianças angolanas não frequenta a escola.

45% sofre de malnutrição crônica.

Uma criança em cada quatro morre antes do seu quinto aniversário. (Angola tem a quarta taxa mais elevada de mortalidade infantil.)

100.000 crianças foram separadas das suas famílias durante a guerra.

4.5 milhões de crianças não se encontravam registadas.

Quase metade da população não tem acesso a água limpa e segura.

Fonte: UNICEF

Educação em Benguela

Benguela - O ministro da Educação, Pinda Simão, mostrou-se preocupado, quarta-feira última, em Benguela, com a existência de escolas que inscrevem maioritariamente alunos dos nove aos 12 anos na primeira classe.


O ministro, que falava na abertura do Encontro Metodológico da Educação, disse que há vários aspectos que podem ser interpelados para que se possa organizar da melhor forma e ultrapassar as dificuldades encontradas neste sentido.

Para si, algumas informações devem ser ainda confirmadas, uma vez que foram levantadas solicitações e viu-se de alguns directores provinciais que nem todas afirmações estão feitas em termo de qualidade de sistema educativo.

Considerou ser uma preocupação por se confirmar, afimrando que se esta é a realidade da qualidade de educação, o seu órgão vai trabalhar no sistema educativo, na óptica da reconstrução e unidade especial da educação.

Para si, vários aspectos precisam ainda de um aprofundamento, visto que a escola funciona como um parceiro social em factor de procura e de melhoria de qualidade de vida da população.

Acrescentou haver intervenções que foram feitas no quadro da educação com o centro de formação para interligação a comunidade e também nos aspectos relacionados com a informação, cuja intenção visa confirmar algumas ocorrências.

"Se há ainda a intenção, visando confirmar algumas ocorrências precisa-se antes ter uma informação viável e oportuna que apareça no momento apropriado, porque vai ajudar o sector a melhor conhecer a realidade do momento e aproveitar soluções que possam beneficiar o sistema educativo", afirmou o governante.

O encontro, que encerra sexta-feira em simultâneo com o segundo colóquio do Ministério da Educação, debate hoje temas sobre a criação e funcionamento das escolas nos diversos níveis de ensino-graus de intervenção e gestão (ensino público privado), o relatório sobre análise institucional, cooperação internacional, calendário escolar, alfabetização e a recuperação do atraso escolar.

"Mono docência", "apresentação dos resultados do estudo sobre avaliação da qualidade de ensino na sala de aula", aferição das competências dos alunos da 6ª classe (reforma educativa na província de Luanda), a gestão do ensino técnico e profissional" são outros temas do encontro, que conta com a participação de representantes do sector das 18 províncias do país.

Participam ainda do encontro Metodológico da Educação, os vice-ministros da Educação, o vice-governador da província para área social e económica, directores nacionais e provínciais, chefes de Repartição Municipal, autoridades religiosas e tradicionais, entre outros convidados.



www.portalangop.co.ao